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Carreira

Você Gosta de Fazer Networking?
15/04/2019

Você Gosta de Fazer Networking?

Que fazer networking é essencial para todos os profissionais do mercado, isso é indiscutível.  
 
Fazer networking beneficia todos os profissionais - e de todas as senioridades -, desde aquele que busca se desenvolver, se movimentar em uma transição profissional, ou até para o profissional que busca se recolocar no mercado, fazer networking de forma contínua... impacta positivamente sua imagem perante seus possíveis colegas de trabalho.
 
Porém, o que poucos param para considerar é como as pessoas se sentem ao fazer networking.
E por que isso é importante? Pois impacta na importância que o profissional dá para essa atividade e o quanto se dedicará a mesma.
 
Esse ponto é importante pois quanto menos as pessoas se sentem à vontade com a atividade do networking, menor é a probabilidade de elas continuarem a fazer networking.
 
Podemos observar no mercado, uma série de profissionais afirmando se sentir desconfortáveis ao fazer networking, e julgando que trata-se de uma atividade extremamente transacional, e por esse motivo, não se sentem bem em atuar dessa forma.
 
Mas por que outros profissionais entendem que o networking é transacional, mas mesmo assim apreciam a atividade ou não se sentem desconfortáveis com a mesma? Tudo está relacionado com a autopercepção de cada profissional.
 
Profissionais que ocupam posições mais estratégicas e com um maior poder de decisão, - em sua maioria - tendem a se sentir bem fazendo networking. Já profissionais que ocupam posições menores, tendem a se sentir mal durante a atividade de networking.
 
É difícil saber se pelo fato de os profissionais gostarem de fazer networking, eles ascenderam para posições mais estratégicas, ou se pelo fato de alguns profissionais não gostarem de fazer networking, permaneçam em posições de menor visibilidade.
 
A realidade é que profissionais que ocupam uma posição de maior senioridade, tendem a acreditar que tem mais a oferecer para os profissionais com quem estão interagindo no mercado, portanto, os mesmos têm uma autopercepção positiva de si mesmos, que é – em maior ou menor grau - sustentada por sua posição formal no mercado.
 
Já os profissionais que ocupam posições menores, tendem a acreditar – em maior ou menor grau - que não têm tanto a oferecer em uma relação de networking, e por isso, se sentem deslocados ou “forçando uma situação” durante as interações, o que os leva a não investir tanto no networking.
 
Isso quer dizer que apenas profissionais que são executivos irão apreciar, e consequentemente, investir na atividade de networking? É o que acontece com uma maior frequência e essa é a tendência.
 
Significa que tem que ser assim para todos os profissionais que não são executivos? Não.
 
É importante que os profissionais que ocupam posições iniciais e de média gestão, também invistam no seu networking, principalmente com seus pares..., mas, mais do que isso... que invistam em suas autopercepções e autoestima, pois, todos os profissionais têm algo a oferecer, independente do nível de senioridade e posição corporativa.
 
Logo, o profissional que passará a investir em atividades de networking, deve primeiramente, buscar por eventos que contemplem a presença de profissionais de uma senioridade similar: cursos e palestras são ótimas oportunidades de conhecer profissionais de senioridades próximas.
 
Adicionalmente, o profissional deve se perguntar a respeito de qual valor poderá adicionar aos profissionais que interagir (e se planejar para isso), dessa forma, a tendência de se sentir desconfortável diminui consideravelmente – pois o profissional deixa de se sentir passivo, dando espaço para uma relação positiva com a atividade de networking.
 
Abaixo, enumeramos alguns exemplos de geração de valor que o profissional poderá utilizar durante situações que envolvam networking:
 
  1. Pode ser que você não seja o profissional que possa empregar aquele seu contato de mercado, mas você pode fazer a ponte entre eles, você pode ajudar de forma profissional seus contatos que estão em busca de uma recolocação profissional;
  2. Pode ser que você não seja um expert em entrevistas e nem seja do RH, mas você pode compartilhar informações úteis e publicas com aquele seu contato que vai fazer uma entrevista em sua atual ou antiga empresa, você pode contar sobre a sua própria experiência;
  3. Você pode compartilhar informações sobre cursos que são bons e que poderiam acelerar a carreira de seu contato;
  4. Você pode ter uma conversa agradável e interessante ao mesmo tempo! Quais são as tendências do mercado para seu segmento? Será que seu contato já sabe de todas as novidades do segmento? Compartilhe novos pontos de vista e tendências.
  5. Você pode se interessar pela carreira de seu contato, buscando saber mais sobre suas atividades e como elas impactam o dia a dia da empresa e de sua área?
  6. Você pode se interessar a respeito dos próximos passos que esses contatos gostariam de dar no mercado e falar que gostaria de apresenta-lo para alguns recrutadores ou gestores da área de negócio, peça para esse contato enviar o Currículo dele para você e faça uma ponte.
  7. Quando surgir vagas novas em sua empresa, ou caso enviem vagas para você de outra empresa, você pode enviar mensagens para alguns contatos que possam ter interesse e que são de sua confiança.
 
Esses são alguns exemplos bem simples de geração de valor que um profissional pode utilizar durante suas atividades de networking. São ações muito mais focadas no “outro”: fazer networking não é sobre convencer o outro a fazer algo por você mesmo, mas sim, fazer algo pelo outro de forma totalmente aberta e sincera, criando um relacionamento profissional autêntico.
 
Claro que existirão profissionais que você terá um maior entrosamento, isso é natural! Mas o entrosamento não é o único aspecto a ser considerado na tomada de decisão sobre manter ou não um profissional especifico em seu radar de networking – um possível colega de trabalho, não precisa ser necessariamente um amigo, basta que ele seja honesto, de fácil relacionamento, e orientado a resultados.

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